Published On: Tue, May 7th, 2013

Conto Erótico Gay – Virei Mulherzinha e Levei No Cuzinho

conto erotico gay

Nunca havia transando com um homem muito menos chupado uma rola ou dado minha bunda, mas confesso que se eu realmente soubesse que isso era bom já teria feito muito antes, esse putão safado me ensinou o que era realmente sentir prazer me fez chupar seu pau, me bateu na cara e ainda fudeu gostoso meu cu virgem, confesso que amei aquela foda. Andava meio cabisbaixo pela Av. Paulista. Acabara de sair de uma malsucedida entrevista de emprego e estava sem rumo. Sozinho em São Paulo há 3 anos, nunca me esqueci de minha mãe sempre me cobrando dedicação plena a ela. Porra, com 18 anos, homem, tendo que ficar alisando a barra da saia da mamãe não dava. Aceitei uma proposta legal de trabalho em São Paulo e resolvi sair de casa. Larguei a família em São José dos Campos e caí na estrada. Hoje, sento-me aqui nesta lanchonete, tomo uma coca-cola, pensando como será o próximo dia, já que minhas reservas financeiras estão no fim, e não encontro emprego há três meses. Acordo do meu devaneio com um rapaz sentando-se no banco a meu lado. Talvez estivesse sendo observado há mais tempo, mas não posso saber. Sei que senti um certo interesse. Fiquei incomodado. Sem emprego, sem mulher, e com um macho olhando estranho pra mim. Era só o que me faltava. O cara puxou conversa. Assenti, não queria ser mal educado. Quando dei por mim estávamos conversando como velhos amigos. Ao menos o rapaz era gente fina. Tinha a minha idade, cursava engenharia na USP, vivia num ap alugado, com a mesada do papai. Um verdadeiro boyzinho, mas legal, sem dúvida. No final, quando me preparava para sair, ele me ofereceu carona até mais perto de casa, assim poderia voltar de ônibus direto, economizando o metrô. Aceitei, ignorando minha primeira impressão do cara. Afinal, ele realmente não tinha nada de gay e eu não ia ficar medo de estupro ou coisa e tal pq isso é coisa de mulher. Ele sabia o lado onde eu morava, eu disse durante a conversa, mas mesmo assim achei o caminho meio estranho. Porém, 3 anos em São Paulo apenas, fazendo sempre o mesmo caminho, achei mesmo que fosse um atalho. Até que ele embicou na garagem de um prédio. Gelei na hora! Ele disse: “Calma, estou indo para a casa de um amigo lá pelos seus lados e passei aqui pra pegar umas tranqueiras q. tenho de deixar lá. Vem comigo.” Pensei em ficar no carro, em sair correndo, mas na hora não sei o que me deu e assenti. Percebi um sorriso diferente em seu rosto. Aquela primeira impressão voltou à minha mente. Droga! O que eu vim fazer aqui? Assim que entramos no apartamento, Rodrigo (era esse o nome dele) me agarrou por trás. Tentei desesperadamente desvencilhar-me, mas uma rasteira me fez cair em seus braços. Ele era definitivamente mais forte e eu nunca fui de briga. Desesperei-me, meus olhos encheram de lágrimas. “Calma menininha, não chore, só vou ensinar a você o que é bom.” Menininha? Esse cara está louco? Tentei fugir, tomei um tapa na cara, seguido de um aviso de que na próxima seria um soco. Parei. Não havia como escapar. Mas eu não sou menininha. Sou homem, porra. Esse cara me alisando. Surpreendi-me com um beijo suave na boca. Tremi dos pés à cabeça, fiquei mole. “Viu só meu amor? Você estava querendo isso, minha menina. Só precisava de alguém pra despertar isso.” Eu estava atônito. Um cara me beijou e eu estava gostando. Meu pau estava duro feito rocha, mas eu estava me sentindo como uma menina, nas mãos de seu homem, protegida, mas ao mesmo tempo totalmente submissa. Outro beijo, desta vez, de língua, me fez sucumbir de vez. Abracei-o, retribuí ao beijo como pude, senti suas mãos em minha bunda, minhas pernas. Ai, que delícia. Nunca tinha sentido isso na vida. Ele foi tirando minha roupa e logo em seguida me pôs de joelhos. Tirou seu pau pra fora e foi colocando sem cerimônia na minha boca. Beijei-o, lambi-o, nunca pensei que seria tão gostoso. Não resisti e abocanhei aquela pica com vontade. Tinha medo de morder, então fui chupando de leve. Conforme ele se excitava eu chupava mais forte. Naquele momento só queria agradar o meu macho. Chupei, chupei muito. Senti o pau dele pulsar. Jatos encheram minha boca. Me assustei, mas ele segurou meus cabelos com firmeza e ne fez engolir tudinho. Adorei, adorei. Fiquei chupando e lambendo meu macho mesmo mole. Eu era dele agora. “Menininha safada. Gostou da minha pica, né? Viciou e não quer mais largar? Vc está parecendo uma putinha. Vem cá que tem mais surpresas pra vc.” Me puxou com um pouco de violência e me arrastou para sua cama. Meus gritinhos de espanto o deixaram excitado de novo. “Agora vc vai ser mulher de verdade, sua puta!”. Me pôs de quatro na beirada da cama, abriu minha bunda e meteu uma cusparada nela. Não, não. O que vc vai fazer, meu amor? Por favor, me trate com carinho, eu adorei vc. “Cala a boca, sua cadela”. Com um tapa na cara me calei. Parecia que ele estava se divertindo em me torturar. Foi estocando sua pica de uma vez só. Quase partiu ao meio meu rabinho virgem. Gritei, tomei mais um tapa. Pus o rosto na cama e comecei a chorar, mais pelo medo de como ele iria me enrabar do que pelos tapas. “Isso, minha puta. Chora agora pq depois vc vai querer cada vez mais.” Eu só queria sair dali. Felizmente o negócio dele era só uns tapas. Me enrabou devagar. Respeitou minha virgindade. Colocou devagar e esperou. Mesmo assim doeu, doeu muito. Eu não queria aquilo. Depois ele começou a estocar. O que me surpreendeu é que depois de umas boas estocadas eu voltei a me excitar, e senti um prazer tal que nunca tinha sentido na vida. Eu não tinha mais cabaço, era uma mulher de verdade, nas mãos de um homem de verdade, que tomava o que queria e pronto. Ele estava ali, dando tapas na minha bunda, me chamando de puta pra baixo e metendo a vara em mim, e eu ADORANDO!! Que cadela que eu sou, que puta baixa. Um cara que eu nem conheço tirou minha virgindade à força, e eu estou totalmente apaixonada por ele. Até há duas horas atrás eu era um homem, e agora sou a menininha do Rodrigo. Senti meu macho ficar mais tenso, senti ele estocar mais forte e meu rabinho encheu-se de porra. Foi um calor tão gostoso, tão maravilhoso, tão intenso que não aguentei e gozei ali mesmo. Rodrigo desabou sobre mim. Ficamos deitados juntinhos o dia inteiro e trepamos feito animais a noite toda novamente. Este conto, infelizmente, é fictício. Tenho uma noiva, estou para me casar e é muito difícil eu ter tempo livre. Tenho 22 anos e se vc quiser, a gente pode combinar alguma coisa sem enrolação e com muita discrição. Não tenho muitas oportunidades mas ADORO chupar, dar a bunda e encher a boca de porra.

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